Que a paz e a renovação de tudo o que é bom, alegre e saudável
possam estar presentes nas nossas vidas.
Sempre.
Bom, mas vamos a ele: vejam acima como fica no início, ainda sem as mangas, que são feitas por último. O decote formado, e as cavas, perfeitas! Eu me encantei de ver a formação dele, porque não podia sequer imaginar como se fazia uma cava ou como se iniciava uma manga!
Minha única e grande dificuldade neste projeto foi acertar o tamanho. Tentei com umas 3 agulhas diferentes e sempre ficava minúsculo. Pelo que li nos comentários do post original, a maioria teve essa dificuldade, porque ele fica normalmente bem pequeno.
Ele ficou bem grandinho. Não é para recém-nascido, como tinha imaginado. Acredito que fique bom para um bebê de 3 ou 4 meses, o que no meu caso deu certo, porque vai servir no inverno (assim espero... rsrsrs).
(A outra coisa que tenho que contar é que escrevi para a autora pedindo autorização pra postar a receita traduzida. Infelizmente, ela não me respondeu. Não tenho tido muita sorte com isso: é a terceira vez que peço e não consigo... Adoraria postá-la pra vcs. ***)
É uma receita muito fácil, que encontrei ano passado quando me pus à procura de um cachecol com furinhos, bem leve, para usar na meia-estação. O medo era que ele não ficasse macio e confortável, porque meu pescoço é bem exigente... rsrsrsr... mas ele ficou, sim, bem macio (claro que ele não tem a leveza do tricô; o efeito é bem diferente).
O segredo para conseguir a maior leveza "possível", acredito, é usar uma agulha bem grossa, pois assim os pontos ficam mais abertos e portanto mais leves e arejados.
A receita, em inglês, está aqui (saibam que eu escrevi para a autora pedindo autorização pra postar a tradução da receita aqui no blog, mas não recebi resposta alguma... e isso foi no ano passado... Que pena!)
Confesso a vocês que até bem pouco tempo atrás eu não tinha coragem nem de imprimir a receita e tentar fazer. Achei que era cheio de detalhes e não imaginava ser capaz de desvendar os seus "mistérios".
Claro que o PAP da Josi é perfeito, com fotos de cada passo, e não tem muito o que errar. Mas antes eu não conseguia ver desse jeito. Mal conseguia perceber onde era o início e o fim de cada carreira; o que eram os aumentos e diminuições. Ah, como é bom saber fazer alguma coisa que a gente queria tanto!!!
Pra ter uma ideia do tamanho, ele ficou um pouco menor que a palma da minha mão. Parece minúsculo, mas garanto que ainda é gigante para o pé de um recém-nascido. Acredito que esteja legal para um bebê de 3 meses, mais ou menos. O que acabou sendo muito bom, porque até lá o tempo vai ter esfriado e então ele poderá usar com calça.
Estou aqui me deliciando com outras coisinhas de bebê, que logo vou poder dividir com vocês.
As fotos não estão maravilhosas, mas acho que vale pela ideia de ir emendando várias cores na borda. Dá um visual interessante, meio caleidoscópico. Eu vi isso uma vez numa revista anos atrás, em peças feitas num ateliê desses chiques para bebês. Tirei a página e guardei comigo. Quem guarda tem!
Deixa eu ir agora, que o dono das fraldas nasceu hoje e precisa já, já da companhia da tia! :)Estou, pra variar, com vários trabalhos começados. Os projetos grandes de crochê vão bem devagar. Faço quando dá vontade. E entre essa vontade e a falta dela, vou intercalando pequenas delícias como estes paninhos de boca:
Meu sobrinho nasce no final desta semana e sabemos o quanto essas fraldinhas são necessárias, não é?
Numa delas fiz esta aplicação de esquilo. Free pattern do mês de janeiro do Bad Bird.
Sempre tenho problemas na hora de fazer estas aplicações: a borda do tecido desfia, então passo Termolina, que protege, mas que sai com a lavagem. Não é sempre que quero dar pontos ao redor, porque fica muita informação pra uma coisa tão pequena. Então uso cola de tecido, que é péssima para tecidos brancos, porque o deixa amarelado; resultado: fiz esse contorno em verde pra disfarçar... e não sei qual será a vida útil do bordado por causa disso.
E bordar direto nessas fraldinhas, nem pensar! A qualidade é péssima! Mesmo cortando e fazendo-as duplas, para ficarem mais resistentes, como tenho feito.
Nesta, apenas a borda em crochê azul. Um azul divinamente alegre.
O pontinho é o seguinte: uma primeira carreira de caseado, apenas circundando o tecido. Depois, na segunda carreira, são 2 pontos altos, 1 correntinha, 2 pontos altos, todos no mesmo ponto. Entre eles, 1 ponto baixo. Dá pra ver bem na foto abaixo:
Acho esta uma das grandes delícias proporcionadas pelo crochê: poder fazer uma coisa só de olhar! Dá pra ver cada pontinho formado e ir fazendo...
No verdinho, o clássico que eu adoro: 3 pontos no mesmo furo e 1 correntinha entre eles:
Prontos e cheirosinhos para limpar a boca de um pequeno anjo a aterrissar logo mais por aqui...
Até!